Não se antecipou, não se acautelou, não se legislou e, mais importante do que isso, não se estabeleceram linhas de orientação internacionais. Não é demasiado tarde para agir mas também não é cedo e o precedente já está aberto. Rui Nunes, presidente da Associação Portuguesa de Bioética, fala sobre o caso das bebés chinesas que foram alegadamente modificadas geneticamente.
Créditos: Expresso
