As “fake news” são “fabricadas” de acordo com técnicas já estudadas, que exploram a emoção, o medo ou as teorias da conspiração. Este fenómeno tem menos expressão em Portugal do que noutros países europeus, porque “está escondido”, mas vai aumentar até às eleições deste ano. Investigadora do ISCTE defende que uma das respostas para combater as “fake news” deve começar pelo cidadão a fazer a verificação de factos do que lê, em especial na Internet.
Créditos: Educare
