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Mensagens

Novas recomendações da Organização Mundial da Saúde para a atividade física mostram que cada movimento conta.

A Organização Mundial de Saúde lançou novas recomendações para a atividade física e comportamento sedentário. O documento, produzido no final de 2020, foi traduzido para português pelo Programa Nacional de Promoção da Atividade Física, da Direção-Geral da Saúde (PNPAF-DGS). O princípio base deste documento é o de que toda a atividade física conta e de que quanto mais, melhor. As recomendações são individualizadas para crianças e adolescentes (5 a 17 anos), adultos (18 a 64 anos), idosos (65 anos ou mais), mulheres grávidas e no pós parto, adultos e idosos com doenças crónicas (18 anos ou mais), crianças e adolescentes (5 a 17 anos) com deficiência e adultos (18 ou mais) com deficiência, e sublinham, de forma fundamental a importância de cada movimento. Uma mensagem ainda mais central neste contexto pandémico e de confinamento social. Créditos: Direção-Geral da Saúde | DGS Ler

WebApp - Avalie a sua saúde mental.

A Escola de Medicina da Universidade do Minho, em colaboração com o seu Centro de Medicina Digital P5, desenvolveu uma plataforma gratuita que permite fazer uma autoavaliação e automonitorização da saúde mental, mas também de gestão emocional. Esta plataforma não substituiu o atendimento personalizado por parte de um profissional de saúde, oferecendo apenas recomendações que, em caso algum, devem ser utilizadas para efetuar diagnósticos ou tratamento médicos. Créditos: Universidade do Minho | Centro de Medicina Digital P5 Ler

Perfil de um estudante num sistema híbrido de ensino.

Créditos: ISCTE IUL  

Vamos falar sobre o perigo das fake news para a saúde mental?

A pandemia e a desinformação vieram para ficar, pelo que importa estar alerta para o perigo das “fake news” ao nível da saúde mental. Créditos: Vida Ativa Ler

Como devem os pais gerir o tempo passado online e com ecrãs? Há que estabelecer regras com conta, peso e medida.

“O tempo de ecrã nem sempre é negativo” para os jovens e pode trazer-lhes oportunidades para o seu desenvolvimento, defende Cristina Ponte em entrevista ao SAPO TEK. Os pais têm um papel fundamental e embora as regras sejam importantes, os ambientes demasiado restritivos podem trazer uma falsa sensação de segurança e problemas acrescidos. Créditos: SAPO TEK Ler

BBVA - Aprendemos juntos.

“El miedo es contagioso y se hereda de padres a hijos”, Cristina Gutiérrez Lestón. Créditos: El País Ver e ler

Inês de Castro: Há ensino à distância para os mais pobres?

Quando as escolas encerraram pela segunda vez, a comunicação social concentrou-se no impedimento dos colégios continuarem a dar aulas à distância. Toda a prioridade do debate público foi para as crianças mais favorecidas. Isto também é um bom indicador da desigualdade em Portugal. Neste episódio, falamos dos que realmente mais sofrem com este confinamento, as crianças que não têm pais com capital cultural para as acompanhar em casa. Inês de Castro é professora e dirige o Agrupamento Escolar do Monte da Caparica, que junta cinco escolas básicas que servem a Caparica e o Pragal, em Almada. Nesta escola multicultural, cerca de metade dos mais de 1400 alunos vivem em bairros sociais. Apesar de melhorias, o agrupamento tem taxas de insucesso escolar acima da média nacional, há alguns problemas de disciplina e os pais têm baixos níveis de qualificação e problemas na autoridade sobre os filhos. É com Inês de Castro que falamos dos custos do confinamento e do ensino à distância para a parte m...